SACRED REICH: 21/02/2017 – BAR DA MONTANHA – LIMEIRA/SP – RESENHA POR FERNANDO R.R. JÚNIOR – ROCK ON STAGE

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Como já é um costume dos shows realizados no Bar da Montanha, a troca de palco para o Sacred Reich não demorou nada e pouco depois das 22:00, o quarteto americano de Phoenix no Arizona com origem em 1985 estava pronto para nos mostrar seu vigoroso Thrash Metal. Inclusive, devo dizer que antes do show os membros da também circularam pela casa e atenderam aos fãs.

Ao som da cadenciada The American Way, que intitula o terceiro álbum do Sacred Reich de 1990, Phil Rind nos vocais e baixo, Wiley Arnett e Jason Rainey nas guitarras e Greg Hall na bateria começam o segundo show da noite, que também era muito aguardado por todos, afinal, era a primeira vez que estávamos vendo a banda no país. O vocalista e baixista Phil Rind estava notadamente contente, pois, sempre distribuía sorrisos nesta música e por todo o show. Eles começaram disparando uma sequencia forte de solos de guitarras que serviram para a abertura de rodas e foram bastante ferozes mesmo e uma forte sessão de ‘bangues’.

Depois de conversar um pouco com a plateia, que aproveitou e pediu várias músicas, nós recebemos todos os riffs de Ignorance, título do segundo álbum da carreira do Sacred Reich e lançado em 1987, que manteve a insanidade do público em alta e nos seus trechos cadenciados contou com os ‘hey… hey… hey…’ além de vários socos no ar em suas viradas mais aceleradas.

Comunicativo Phil Rind conversa novamente com os fãs, pergunta que dia é hoje e com bom humor nos agradece pela presença em plena terça-feira e executa a One Nation do Surf Nicaragua de 1988, que também percorreu uma encorpada linha cadenciada com os dois guitarristas Wiley Arnett e Jason Rainey solando muito, aliás, eles alongaram formidavelmente estes solos e nós correspondemos ‘bangueando’ bastante.

Love…Hate do The American Way foi a seguinte do show com seu ritmo mais cadenciado, que foi um verdadeiro convite para se ‘banguear’ ou abrir uma roda, aliás, rodas insanas surgiram, até porque não tem como receber uma música assim e ficar parado com o peso considerável que colocaram nela com direito até a alguns ‘Mosh’.

Sem pestanejar, Free do Independent de 1993 veio com toda a sua eletricidade para nosso maior contentamento e vale dizer que o Sacred Reich não se movimentou tanto pelo palco, mas compensou enviando uma enormidade de solos como foi no caso desta música e aí brilhou a dupla de guitarristas Wiley Arnett e Jason Rainey.

Em Crimes Against Humanity também presente no The American Way pudemos reparar no baterista Greg Hall dando o ritmo da música, que é mais cadenciado e bastante agressivo para alegria dos fãs com sua voltagem, que se amplifica em seu decorrer.

Prosseguindo o show com os dedilhados mais calmos, o Sacred Reich sacou a Who’s To Blame, outra do The American Way, que foi muito bem vocalizada por Phil Rind e foi seguida por Independent ( título do álbum de 1993 ) com um estilo que te inflama e faz participar do show seja socando o ar, bangueando ou abrindo roda.

Phil Rind comenta que o Black Sabbath encerrou suas atividades e para homenagear os ingleses, além de incendiar de vez o Bar da Montanha, eles tocaram uma versão demolidora de War Pigs, que regravaram no Surf Nicaragua e foi cantada por todos emocionando para valer no que posso classificar como um dos grandes momentos do show do Sacred Reich, que também serviu para bater uma certa saudade, pois, sabemos que não veremos mais o Black Sabbath nos palcos. Atendendo aos incessantes pedidos dos fãs, que gritavam Death Squad, os animados americanos tocaram a canção do álbum Ignorance e encerram com a Surf Nicaragua do canção título do álbum de 1988, que era muito aguardada por todos.

Fomos embora para casa com a satisfação de poder ter conferido não somente dois excelentes shows, mas também ter presenciado dois importantes nomes, que foram dois dos pilares fundamentais para estabelecerem o cenário tanto do Heavy Metal quanto do Thrash Metal no mundo, como foram os casos dos Exciter e do Sacred Reich, respectivamente, que mesmo sem terem lançado um álbum novo nos últimos anos, ainda tem potencial para levarem muitos fãs por onde passam com a garantia de apresentações marcantes e sempre se divertindo com a adrenalina enviada por seu público.

E os músicos do Exciter e do Sacred Reich são experientes conforme mencionei anteriormente e não só musicalmente falando, pois, sabem verificar um ambiente mais ‘familiar’ como o que sempre temos no Bar da Montanha e isso favoreceu para que ficassem após ( e antes também ) do show conversando com quem se aproximava deles.

São em casos assim, que fazem as apresentações no interior crescerem cada vez mais e levarem mais seguidores. E da parte nossa, além de presenciar um significativo resgate do Metal oitentista pudemos acompanhar dois shows verdadeiramente intensos o tempo todo, sempre com o som e luz corretamente regulados em mais outra excelente organização da COI Produções. Enfim, são fatos assim que contextualizaram a melhor maneira para que nós começássemos 2017 de forma excelente.

Set List Sacred Reich

1 – The American Way
2 – Ignorance
3 – One Nation
4 – Love…Hate
5 – Free
6 – Crimes Against Humanity
7 – Who’s to Blame
8 – Independent
9 – War Pigs (Black Sabbath cover)
10 – Death Squad
11 – Surf Nicaragua

Evento realizado por Circle Of Infinity Produções
Cobertura: Rock On Stage
Assessoria de imprensa: Infomidia Express
Data: Terça-feira – 21 de fevereiro de 2017
Local: Bar da Montanha – Limeira – SP

Galeria de fotos:
Link 1 – https://www.flickr.com/photos/148931283@N05/sets/72157679769659041
Link 2 – http://www.infomidiaexpress.com/sacred-reich-21022017-bar-da-montanha-limeirasp/

Fotos e texto por:
Fernando R.R. Júnior
Rock On Stage

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